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SAÚDE
Tratamentos alternativos para disfunção erétil: será que funcionam?
Uma das áreas mais exploradas nesse campo são os tratamentos alternativos para a impotência.
Da Redação Brasília - DF
Postada em 19/02/2017 ás 17h31 - atualizada em 19/02/2017 ás 17h42
 Tratamentos alternativos para disfunção erétil: será que funcionam?

Reprodução

Frequentemente recebemos um ‘verdadeiro bombardeio de informações’ proveniente das mais variadas fontes e canais. Entretanto, quando se trata de saúde, é preciso cautela antes da adoção de qualquer medida! Certamente, uma das áreas mais exploradas nesse campo são os tratamentos alternativos para a impotência – que tendem a surgir na mesma intensidade das ‘famosas dietas milagrosas’, algumas vezes deixando um rastro de danos.

 

Apesar do cenário mencionado, em se tratando da disfunção erétil masculina, dois tratamentos se destacam positivamente. Pois, além de virem substituindo medicamentos, tais como: o Viagra, Cialis, Levitra, por exemplo, podem ser mais eficazes – dependendo de cada caso. Tratam-se do Spray Sublingual e da Injeção Intracavernosa.

 

“Aprovado pelo Conselho Federal de Medicina, com todos componentes registrados na Anvisa, o Spray é absorvido na via sublingual, penetrando na corrente sanguínea em 5 minutos, melhorando o fluxo peniano e auxiliando no controle ejaculatório. Não possui efeitos adversos, pois a quantidade de medicações lançadas na via sublingual é de apenas 10% da dose de um comprimido. Fora isso, promove discreto aumento de circunferência peniana”, aponta o médico Sérgio Iankowski, especialista em Andrologia. Consta que o princípio ativo do fármaco é o mesmo dos comprimidos (tadalafil, sildenafil, dapoxetina, clomipramina). Já a sua maior diferença está no nível de absorção. Como a região sublingual tem características fisiológicas e anatômicas diferentes, o órgão é mais eficaz para assimilar a medicação. A absorção é direta, efeito imediato e sem reações adversas.

 

 - Quando ingerimos um comprimido, a medicação passa por vários órgãos. Uma parcela significativa do que foi ingerido é metabolizada pelo fígado (cerca de 90%). Isso quer dizer que, se o paciente precisa de 10 mg do medicamento circulando pelo corpo, ele terá que ingerir 100 mg, o restante será metabolizado e perdido. É por essa razão que a concentração do comprimido precisa ser maior, acrescenta Iankowski.

 

Injeção Intracavernosa - Se os medicamentos via oral não surtirem efeito ou forem contraindicados, existe a Injeção Intracavernosa. A vantagem do método é o fato de o medicamento agir cerca de quinze minutos depois da aplicação. Nesse caso não é necessário qualquer estímulo para que o homem tenha a ereção. "A substância injetada estimula a circulação e promove a dilatação das artérias no local, o que aumenta o fluxo sanguíneo no pênis levando à ereção", afirma o andrologista. O tempo de duração da ereção varia de acordo com a dose injetada, o que é estabelecido na consulta com o médico.

 

 

Embora eficaz, o tratamento nem sempre é bem aceito pelos pacientes. "Algumas pessoas têm pavor de agulha", destaca o médico. "Imagine, então, se ela precisar ser introduzida no pênis". O especialista ressalta ainda que indivíduos com dificuldade de visualizar o pênis ou doenças que gerem tremores nas mãos devem solicitar auxílio do parceiro para a aplicação. Os efeitos colaterais da Injeção Intracavernosa se restringem a alergias a alguma das substâncias presentes no medicamento.

 
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