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Secretaria da Saúde busca reverter redução de transplantes com mobilização pela doação de órgãos

A próxima segunda-feira, 27 de setembro, é o Dia Nacional de Doação de Órgãos, e a Secretaria da Saúde (SES) registra que, durante a pandemia de coronavírus, diminuiu o número de doadores de órgãos e de transplantes no Rio Grande do Sul.

24/09/2021 às 06h10
Por: Da Redação Fonte: Secom Rio Grande do Sul
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A próxima segunda-feira, 27 de setembro, é o Dia Nacional de Doação de Órgãos, e a Secretaria da Saúde (SES) registra que, durante a pandemia de coronavírus, diminuiu o número de doadores e de transplantes no Rio Grande do Sul.

Em 2019, houve243 doações; em 2020 foram 182; e até agosto de 2021,96. “Percebemos com preocupação o crescimento da lista de espera por órgãos e a angústia dos pacientes esperando por um transplante”, afirma o coordenador da Central Estadual de Transplantes, Rafael Rosa.

Cada doador pode salvar até oito vidas, e a decisão da doação é feita pela família, que já deve estar consciente de que a pessoa tem vontade de doar seus órgãos. “Precisamos reverter essa situação, por isso reforço a toda população gaúcha que se junte à nossa causa e que as pessoas avisem suas famílias de que desejam ser doadores”, afirma Rosa.

Diante deste cenário, a secretária da Saúde, Arita Bergmann, também faz um chamado para conscientizar a população: “Temos que estar permanentemente atentos porque cada um de nós pode fazer a sua parte para salvar vidas”. Ela considera importante que a comunidade se mobilize em relação à possibilidade da doação de órgãos. “É um ato de solidariedade que pode dar uma segunda chance a tantas pessoas que aguardam por um rim, um fígado, um coração, um pulmão e outros órgãos tão vitais para a sobrevida das pessoas que estão na fila de espera”, salientou Arita.

O médico Antônio Kalil, cirurgião de transplante de fígado da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre, constata que neste ano houve, pela primeira vez, um número maior em lista de espera no primeiro semestre do que em todo o ano passado. Para diminuir este impacto, o médico diz que é preciso que as famílias conversem entre si sobre a possibilidade de serem doadores. “Na verdade a escolha e a decisão são feitas pela família num momento de tristeza”, lembra. Kalil aposta na contribuição de colégios e de universidades para sensibilizar a população sobre a importância da doação de órgãos, pois “assim toda a sociedade será beneficiada”.

Prédios iluminados

Durante a segunda quinzena de setembro, a SES chama a atenção da sociedade para a necessidade da doação de órgãos: um apelo em forma de luzes verdes em diversos prédios públicos e privados da capital e também com uma campanha com vídeos nas redes sociais da secretaria.

São iluminados os seguintes locais: Lojas Lebes, Centro Administrativo Fernando Ferrari (Caff), Câmara de Vereadores, Assembleia Legislativa, Tribunal de Justiça, Estádio Beira Rio, Estádio Arena, Ponte do Guaíba e Palácio Piratini.

Texto: Ascom SES
Edição: Secom

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