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Estado da Bahia fomenta o livro, leitura e a escrita

Gerida pela Secretaria de Cultura, a FPC desenvolve ações e políticas que trabalham o propósito de incentivar a leitura, a formação de mediadores de leitura e fomentar e divulgar a produção de livros.

26/10/2021 às 18h40
Por: Da Redação Fonte: Secom Bahia - (Pamela Simplício)
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Foto: Reprodução
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Que o mundo do livro e da leitura é encantador, quase todos os baianos já sabem. E neste sentido que a Fundação Pedro Calmon (FPC/SecultBA) vem na última década investindo esforços e recursos no para universalizar e descentralizar o acesso aos encantos do conhecimento. Gerida pela Secretaria de Cultura, a FPC desenvolve ações e políticas que trabalham o propósito de incentivar a leitura, a formação de mediadores de leitura e fomentar e divulgar a produção de livros. 

Toda atuação é desenvolvida via a Diretoria do Livro e da Leitura (DLL/ FPC), criada em 2011, e que fortalece as políticas públicas do campo, através de diálogo com a cadeia produtiva do livro: leitores, escritoras, editoras, gráficas e gestores públicos. Desta forma, as ações são desenvolvidas mediantes a interação as organizações sociais (como editais, convênios e parcerias); formação de leitores e mediadores de leitura, organização de concursos e campanhas e sobretudo, sobre fortalecimento das iniciativas em prol da leitura e escrita em todo Estado, principalmente, os eventos literários. 

Nos últimos quatro anos, a categoria de eventos literários multiplicou-se em todo Estado, estando presente em mais de 30 municípios baianos, como Praia do Forte, Paiaiá, Ilhéus, Mucugê, Santo Estevão, Cachoeira, Feira de Santana, Canudos e Senhor do Bonfim, entre outros. Este roteiro é resultado de uma diretriz implementada em 2011 e que age descentralizando as ações culturais e fomentando a discussão da arte literária e o incentivo à leitura. Boa parte dos eventos literários que acontecem na Bahia contam não só com a participação como também com a promoção da FPC.  

A Fundação Pedro Calmon também atua dando suporte técnico – o que culminou na coordenação da Rede Colaborativa de Festas Literárias. Decorrente do crescimento do número de festas, a rede teve seu início na Feira Literária de Mugugê (Fligê), de 2019 e tem como objetivo, estimular a leitura e a democratização do acesso ao livro, mapear os eventos que ocorrem por todo Estado. Nesta mesma linha, a Rede propõe a criação de edital para apoio das feiras e o fortalecimento do plano estadual do livro e da leitura. 

Extensão

Com as participações nos eventos, a FPC evidência que as bibliotecas não são espaços apenas de leitura e deposito de livro, mas, também, um lugar de transformação e construção do conhecimento. A diretora da BIBEX, Rosemaura Conceição considera que as ações promovem as bibliotecas como “uma porta de entrada para o conhecimento através de diferentes linguagens e formas de manifestações artísticas culturais, firmando, assim, o papel da biblioteca pública enquanto fomentadora de cultura e como ferramenta de crescimento social”. Rosemaura complementa que as atividades atendem “demanda apresentada pela comunidade e pelo próprio segmento, a partir de experiências em edições anteriores”. 

LAB

Em 2020, a FPC, por meio dos recursos Prêmio Fundação Pedro Calmon, na categoria Livro e Leitura, dentro do Programa Aldir Blanc Bahia, da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, contemplou 22 iniciativas, recebendo R$ 200 mil cada, para a realização de eventos literários no formato virtual. 

FLIN

Entendendo o contexto e a relevância dos eventos literários, a FPC/SecultBA realizou em 2019, o Festival Literário Nacional (FLIN), no bairro de Cajazeiras/Salvador, com a perspectiva de dialogar com a juventude sobre as diferentes linguagens por ela utilizada como mecanismo de fortalecimento da identidade cultural. Para o diretor geral da FPC, Zulu Araújo, o FLIN se destacou por conseguir reunir ações de incentivo à leitura, formação de leitores e acesso ao conhecimento na esfera do livro e da leitura. “O mais simbólico do evento foi potencializar a importância da leitura num bairro tão simbólico para capital como Cajazeiras, reunindo tantos jovens com nomes ícones da nossa cultura”. 

Fonte: Ascom/ FPC

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