O trabalho socioeducativo no Brasil se mostra extremamente complexo e diversificado, por isso, para quem se dedica a essa área, é sempre importante haver trocas de experiências para entender as diferentes realidades entre as regiões do País. A Fundação de Atendimento Socioeducativo do Pará (Fasepa) recebeu a visita do coordenador, Apollo Neto, que atua em uma unidade socioeducativa de semiliberdade, em Teresina, no Piauí.
Em Belém, a visita ocorreu no Centro de Internação Masculino (CSEM) e no Centro de Atendimento de Semiliberdade (CAS 2), e o coordenador conheceu o funcionamento e as diferenças entre os processos socioeducativos entre os estados do Pará e Piauí.
Nas visitas, o coordenador Apollo Neto conversou com os gestores enquanto percorria as instalações das unidades e viu de perto o sistema organizacional da Fasepa. “Foi muito importante essa troca de experiência porque eu pude observar o quanto o sistema socioeducativo do Piauí tem evoluído com mudanças significativas tanto em questão estrutural quanto organizacional. Aqui, pude ver muito comprometimento dos coordenadores, das pessoas que estão à frente das unidades”, disse Apollo.
“Chamou muito minha atenção a questão organizacional, os cronogramas, os horários para as atividades, com um compromisso muito grande em trabalhar, de fato, a profissionalização dos adolescentes, na conscientização acerca dos seus direitos e deveres. Então, eu saio daqui muito feliz com a experiência e com as informações que eu pude recolher para estar passando para o nosso sistema e agradeço muito o apoio e receptividade da Fasepa”, destacou o coordenador, do Piauí.
A assistente social, Gleice Rosana, acompanhou Apollo Neto na visita pelas unidades, e também coletou informações. “Foi uma troca muito gratificante tanto para ele quanto para nós. Inclusive algumas situações que a Fasepa já vem adotando, lá eles ainda estão construindo, e algumas coisas também já possuem lá na questão da segurança. Foi uma ótima experiência também porque conhecer o trabalho de outro estado, uma unidade que não seja da Fasepa, é uma coisa que vem nos dar uma nova visão da socioeducação aqui”, comentou.
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