“Fui recebida com muito carinho no centro cirúrgico por toda a equipe do hospital e a cirurgia ocorreu conforme o esperado. Só tenho a agradecer a Deus e a todos os profissionais, pois fui muito bem tratada desde a minha entrada. Também quero agradecer a médica que me operou. Ela é excelente”.

A histerectomia, que é remoção cirúrgica do útero, que também pode incluir a retirada das trompas adjacentes e do ovário, é geralmente indicada para mulheres com problemas graves na região pélvica, como o câncer de colo do útero ou de ovários, infecções, miomas, hemorragias, endometriose grave ou prolapso uterino. No SUS, a histerectomia é a segunda cirurgia mais frequente entre as mulheres em idade reprodutiva, só perdendo para as cesáreas. O HGI é uma das unidades hospitalares do SUS no Estado do Pará, que disponibiliza o serviço.
Segundo o diretor Técnico do HGI, clínico Geral, Frank Melo de Nazaré, existem duas indicações clássicas para a histerectomia, que são nos casos de miomas com sangramentos que não são controlados com medicação, e nos casos de miomas com volumes muito aumentados, com chance de compressão de outros órgãos e que causam sintomas como dificuldade para evacuar ou urinar.
Já para o câncer de colo do útero, conforme informou Frank Melo, a cirurgia só é tratamento nos casos bem iniciais. “No câncer do revestimento do útero, em quase todos os estágios, a cirurgia é indicada para o câncer de ovário sendo necessário tirar os dois ovários e fazer o procedimento. Esta cirurgia é realizada pelo SUS e rede privada, após avaliação do ginecologista”, informa.
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