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Escolas de Samambaia começam a receber livro sobre Dulcina de Moraes

O livro “Dulcina de Moraes”, escrito por Ana Maria Lopes e Márcia Zarur, está sendo distribuído a estudantes da rede pública num projeto chamado DULCINA DE MORAES – LITERATURA NAS…

13/08/2026 às 14h25 · 2 min de leitura
JOSUEL SOUSA GONCALVES JUNIOR 2 min
JOSUEL SOUSA GONCALVES JUNIOR • 13/08/2026 às 14h25

O livro “Dulcina de Moraes”, escrito por Ana Maria Lopes e Márcia Zarur, está sendo distribuído a estudantes da rede pública num projeto chamado DULCINA DE MORAES – LITERATURA NAS ESCOLAS. A ação conta com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal – o FAC.

Na manhã da quinta-feira, 13 de agosto de 2026, 350 livros foram distribuídos pelo produtor do projeto, o ator e pesquisador Josuel Junior, sendo 150 exemplares para o Centro de Ensino Fundamental 507 e 200 para o Centro de Ensino Fundamental 312 de Samambaia. Ao todo, serão 500 livros doados a professores de arte que, agora, podem tratar do tema Dulcina de Moraes – atriz que, em 2025, teve seu ideário artístico e pedagógico como Patrimônio Imaterial do Distrito Federal.

A publicação apresenta Dulcina narrando sua própria história: sua infância, o amor pelo também ator Odilon Azevedo, a militância pela profissionalização da carreira artística e sua luta contra a censura. A narrativa aborda ainda a ousadia da artista ao fundar uma escola de teatro na então nascente Brasília — sonho que seguiu mesmo após a morte do marido.

O livro conta com coordenação pedagógica de Solange Cianni, pesquisa teatral de Josuel Junior e projeto gráfico de Beatriz Socha, que elaborou intervenções visuais sobre fotos originais do acervo da Fundação Brasileira de Teatro (FBT). Além de ter como parceiro o Clube de Leitura Calangos Leitores, a produção também envolveu ex-alunos da Faculdade Dulcina, como Jullya Graciela e Jhony Gomantos, responsáveis pela organização e distribuição dos livros. A coordenação administrativa do projeto é assinada por Suene Karim e a consultoria jurídica por Christiane Nóbrega.

A obra também traz fotos raras e registros pessoais cedidos por artistas e pioneiros do DF que conviveram com Dulcina, como Rosina Chaves e Natanry Osório, além de documentos resgatados por voluntários em processos recentes de inventário e pesquisa no acervo da FBT.

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