Operação Euterpe é encerrada com prisões, apreensões de drogas e munições

O efetivo empregado nas ações também recuperou lanchas e motores roubados, tornando mais seguro o ambiente para a população

Da Redação 2 min de leitura

A região do Baixo Tocantins, conhecida pela produção de açaí nesta época do ano, quando os comerciantes costumavam ser assaltados nos rios e perdiam a renda obtida com a venda do fruto. Para agir de forma preventiva e ostensiva, a Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social (Segup) realizou na área, predominantemente ribeirinha, a Operação Euterpe, no período de 10 a 25 de junho. Os resultados, importantes para comerciantes e a população em geral, foram divulgados neste sábado (26).

Os agentes encontraram embarcações que haviam sido roubadas, armas e munições
Os agentes encontraram embarcações que haviam sido roubadas, armas e munições – (Foto: Divulgação)

Em 15 dias de operação foram apreendidas 14 armas, uma motoserra, munições, 17 “petecas” de droga similar à maconha e quatro similares à cocaína. Também foram presas oito pessoas, uma delas foragida do sistema penitenciário e duas por força de mandados expedidos pela Justiça. Os policiais recuperaram três embarcações e cinco motores, do tipo rabeta, que haviam sido roubados.

O diretor do Grupamento Fluvial, Arthur Braga, disse que o Baixo Tocantins é sempre alvo de operação e monitoramento, a fim de evitar a ocorrência de crimes. “A Secretaria de Segurança Pública, além de fazer o trabalho preventivo, sempre monitora as localidades. Ao detectar a necessidade de ação mais enfática, operações são realizadas com o objetivo de trazer de volta a paz para a população. Dessa vez obtivemos resultados positivos e, com toda certeza, a população estará mais tranquila”, afirmou.

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Policiais de vários órgãos agiram de forma integrada na operação realizada no Baixo Tocantins
Policiais de vários órgãos agiram de forma integrada na operação realizada no Baixo Tocantins – (Foto: Divulgação)

Integração– Participaram da operação integrada servidores das polícias Civil e Militar, Grupamento Aéreo de Segurança Pública (Graesp), Grupamento Fluvial de Segurança Pública (GFLu), Delegacia de Polícia Fluvial, Diretoria de Polícia do Interior (DPI) e Companhia de Polícia Independente Fluvial (Cipflu), além dos efetivos ordinários de cada município contemplado pela operação.

Para o patrulhamento fluvial, que abordou embarcações de passageiros e de carga, foram empregadas seis embarcações, sendo cinco lanchas, entre elas a “Aruanã 29”, que possui equipamentos para incursões à noite e blindagem, e o barco “André Luiz”, utilizado como apoio durante a operação.

Por Aline Saavedra (SEGUP)