Plano de vigilância de doenças e cadeia de suínos em debate

Extensionistas participam de palestra para que possam informar e orientar melhor aos produtores

Da Redação 2 min de leitura

Extensionistas da área animal da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do DF (Emater-DF) participaram de palestra técnica sobre oPlano Integrado de Vigilância de Doenças dos Suínos, que revisa normas do Departamento de Saúde Animal da Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura (Mapa). Durante o encontro, realizado por meio de parceria entre a Emater-DF e a Secretaria de Agricultura, foram abordadas questões sobre o cenário atual do Distrito Federal e também sobre a cadeia de suínos caipiras.

A palestra informou os extensionistas sobre a nova norma, para que eles possam transmitir com propriedade os conhecimentos para os produtores | Foto: Divulgação/Emater-DF
A palestra informou os extensionistas sobre a nova norma, para que eles possam transmitir com propriedade os conhecimentos para os produtores | Foto: Divulgação/Emater-DF

Publicado em julho deste ano, o plano integrado visa fortalecer a capacidade de detecção precoce de casos de Peste Suína Clássica (PSC), Peste Suína Africana (PSA) e a Síndrome Reprodutiva e Respiratória dos Suínos (PRRS), bem como demonstrar a ausência das doenças em suínos domésticos. De acordo com informações do Mapa, o Brasil é o quarto maior produtor mundial de carne suína, com um rebanho de mais de 40 milhões de animais.

“Esse tipo de encontro técnico é muito importante para que haja uma maior interação entre os órgãos e para que a gente trabalhe juntos, no intuito de orientar os produtores e aperfeiçoar a criação de suínos, principalmente os caipiras”, ressalta a médica-veterinária e extensionista da Emater-DF Camila Ribeiral, coordenadora de Avicultura e Suinocultura da empresa.

As palestras foram ministradas nessa quarta-feira (3), na sede da Emater-DF, pelos técnicos da Seagri Leonardo Grain de Oliveira e Wilson Gustavo Monteiro. Com uma legislação recente, a discussão do tema é uma forma de garantir que os extensionistas saibam tudo sobre a nova norma e possam transmitir com propriedade os conhecimentos para os produtores, assegura Camila.

“A gente trabalha prevenindo essas doenças, ensinando aos produtores medidas higiênico-sanitárias e de boas práticas agropecuárias, que evitam prejuízos e problemas nessa cadeia”, acrescenta. Segundo ela, quando há alguma das doenças informadas no plano integrado no rebanho de alguma propriedade rural, a notificação é obrigatória e o alcance negativo vai muito além do Distrito Federal.

*Com informações da Emater-DF