CCJ aprova emendas ao Orçamento com recursos para segurança e combate ao crime

Com foco central em políticas de segurança pública e combate à criminalidade, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou nesta terça-feira ...

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Da Redação 2 min de leitura
Da Redação • 09/11/2021 às 11h15

Com foco central em políticas de segurança pública e combate à criminalidade, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou nesta terça-feira (9) quatro emendas ao projeto da Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2022 (PLN 19/2021). As indicações, que totalizam R$ 450 milhões, seguem para análise da Comissão Mista de Orçamento (CMO).

Para a área de segurança pública, serão destinados R$ 200 milhões, segundo a indicação da CCJ. Metade vai para o Desenvolvimento de Políticas de Segurança Pública, Prevenção e Enfrentamento à Criminalidade, política do Ministério da Justiça e Segurança Pública. A outra metade deverá ser liberada para a programação Articulação de Política Pública sobre Drogas – Nacional, que funciona no âmbito do Fundo Nacional Antidrogas.

Outros R$ 100 milhões deverão ser destinados para a Promoção e Defesa de Direitos Humanos para Todos, política gerida pelo Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos. A CCJ também aprovou emenda que libera R$ 150 milhões para o programa Regularização, Demarcação e Fiscalização de Terras Indígenas e Proteção dos Povos Indígenas Isolados, no âmbito da Funai.

Maior número de apoios

Ao todo, 108 sugestões de emendas foram apresentadas. O relator, Eduardo Braga (MDB-AM), acatou quatro emendas para as programações orçamentárias que receberam o maior número de apoio dos senadores.

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Percebemos com muita clareza a preocupação evidenciada pelos nobres pares com a segurança pública e o combate à criminalidade, temáticas que englobam as ações mais sugeridas nas indicações. Nesse campo, portanto, propomos emendas para duas ações orçamentárias — apontou Braga. 

O presidente da CCJ, Davi Alcolumbre (DEM-AP), destacou que as emendas das comissões são direcionadas a importantes políticas públicas e lamentou que o governo tenha vetado todas as contribuições dos colegiados no ano passado. 

 Infelizmente, no ano passado, todas as emendas das comissões do Senado Federal foram vetadas pelo governo federal, prerrogativa das comissões — criticou  Davi.

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