Em 2016, a TIM traduziu os grandes investimentos em infraestrutura e a eficiente gestão operacional em resultados financeiros sólidos. O crescimento anual de 33,5% na margem EBITDA normalizada1 – maior marca em sete anos – e a recuperação das receitas, evidenciam um período de grande evolução. O resultado foi impulsionado também por um cenário macroeconômico ainda caracterizado por indicadores negativos, mas que já mostra os primeiros sinais de recuperação. Nesse contexto, a companhia consolidou sua estratégia de construir uma base de clientes de valor, com foco na oferta de dados e de serviços digitais.
Líder na cobertura do 4G no país, a TIM encerrou 2016 com mais de 1.200 cidades com a tecnologia de quarta geração, cobrindo 74% da população urbana. A expectativa é fechar 2017 acima de 2.000 mil cidades atendidas, contemplando 90% da população urbana do Brasil. A expansão da cobertura possibilitou o salto da base pós-paga para 23% da base total de clientes. A companhia tem hoje quase 17 milhões de linhas no segmento 4G, com um crescimento de 137% em comparação com o mesmo período de 2015.
Em paralelo, a TIM manteve o esforço contínuo para avançar com seu Plano de Eficiência, reduzindo em 12% seus custos operacionais normalizados1 (OPEX). Em um ano, a gestão realizou mais de 70% da meta de R$ 1,7 bilhão, traçada para o período de 2016-18.
Foco na base de valor e receita por usuário¦
Ao longo do ano, a TIM registrou um aumento contínuo da receita média por usuário (ARPU) no quarto trimestre de 2016, que chegou a R$ 19,2, estimulado pela demanda por dados e serviços inovativos.
Com o fortalecimento da base de valor, a operadora atingiu em dezembro o maior percentual de clientes pós-pagos dos últimos nove anos, passando a representar 23,5% do total da sua base. Além disso, fechou 2016 com 16,9 milhões de usuários do 4G.
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